Atenção: se você é uma pessoa sensível a imagens fortes, não assista ao vídeo abaixo! Ele mostra fotos das torturas, empalamentos, fuzilamentos, campos de extermínio, dentre outros crimes cometidos sob a ideologia marxista no Leste Europeu, Espanha e China contra dissidentes e civis. Até mesmo crianças foram vitimadas em nome da sociedade sem classes proposta por Marx.Youtube – O Holocausto Comunista
domingo, 6 de junho de 2010
O que a esquerda brasileira não conta (4)
quarta-feira, 5 de maio de 2010
O que a esquerda brasileira não conta (3)
*Se preferir, assista ao vídeo original, sem legenda em português.
O que a esquerda brasileira não conta (3)
quinta-feira, 29 de abril de 2010
O que a esquerda brasileira não conta (2)
Não é uma revisão conspiracionista, mas uma discussão sobre o hiato entre a pesquisa historiográfica feita nas universidades e o ensino difundido nos livros didáticos. Investigando documentos outrora secretos ou questionando estudos sem apoio documental os pesquisadores produziram novas teses sobre a Guerra do Paraguai, a Coluna Prestes, a posse de escravos por Zumbi dos Palmares, a resistência à ditadura militar, a raiz popular-nacional do samba brasileiro e outros pontos polêmicos de nossa História.
A íntegra da entrevista pode ser vista no site do programa.
O que a esquerda brasileira não conta (2)
O que a esquerda brasileira não conta (1)
Publicado originalmente no Mídia sem Máscara em 22/12/2009 por Leandro Narloch, com o título Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil. - Walter Dos SantosOs intelectuais de esquerda que escrevem a história brasileira têm mais um livro para se incomodar: o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, do jornalista Leandro Narloch.
Lancei recentemente pela editora Leya o livro Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, uma reunião informações esquecidas e episódios irritantes e desagradáveis a quem se considera vítimas de "grandes potências", "exploradores" e "imperialistas". Deixo para os leitores do MSM alguns exemplos.
Zumbi tinha escravos
Nos anos 70, os historiadores marxistas projetaram no Quilombo de Palmares tudo o que imaginavam de sagrado para uma sociedade comunista: igualdade, relações de trabalho pacíficas e comida para todos. Sabe-se hoje que o quilombo do século 17 estava mais para um reino africano daquela época que para uma sociedade de moldes que surgiram mais de um século depois. Zumbi provavelmente descendia de imbangalas, os "senhores da guerra" da África Centro-Ocidental. Guerreiros temidos, eles habitavam vilarejos fortificados, de onde partiam para saques e sequestros dos camponeses de regiões próximas. Durante o ataque a comunidades vizinhas, recrutavam garotos, que depois transformariam em guerreiros, e adultos para trocar por ferramentas e armas. Esse modo de vida é bem parecido ao descrito por quem conheceu o Quilombo dos Palmares. "Quando alguns negros fugiam, mandava-lhes crioulos no encalço e uma vez pegados, eram mortos, de sorte que entre eles reinava o temor", afirma o capitão holandês João Blaer.
Décio Freitas inventou dados sobre Zumbi
Os historiadores marxistas que engrandeceram Zumbi tinham um problema: não há sequer um documento dando detalhes da personalidade ou da biografia do líder negro. Para resolver esse obstáculo, Décio Freitas mentiu sem culpa. No livro Palmares: A Guerra dos Escravos, Décio afirma ter encontrado cartas mostrando que o herói cresceu num convento de Alagoas, onde recebeu o nome de Francisco e aprendeu a falar latim e português. Aos 15 anos, atendendo ao chamado do seu povo, teria partido para o quilombo. As cartas sobre a infância de Zumbi teriam sido enviadas pelo padre Antônio Melo, da vila alagoana de Porto Calvo, para um padre de Portugal, onde Décio as teria encontrado. Ele nunca mostrou as mensagens para os historiadores que insistiram em ver o material. A mesma suspeita recai sobre outro livro seu, O Maior Crime da Terra. O historiador gaúcho Claudio Pereira Elmir procurou por cinco anos algum vestígio dos registros policiais que Décio cita. Não encontrou nenhum.
Quem mais matou índios foram os índios
Nas bandeiras ao interior do Brasil, geralmente apontadas como a maior causa de morte da população indígena depois das epidemias, havia no mínimo duas vezes mais índios - normalmente dez vezes mais. Sobre a mais mortífera delas, a que o bandeirante Raposo Tavares empreendeu até as aldeias jesuíticas de Guaíra, os relatos apontam para uma bandeira formada por 900 paulistas e 2 mil índios tupis. "No entanto, nestas versões, o total de paulistas parece exagerado, uma vez que é possível identificar apenas 119 participantes em outras fontes", escreveu o historiador John Manuel Monteiro no livro Negros da Terra. Cogita-se até que o modelo militar das bandeiras seja resultado mais da influência indígena que europeia. "É difícil evitar a impressão, por exemplo, de que as bandeiras representavam uma predileção tupi por aventuras militares", afirma o historiador Warren Dean.
Os portugueses ensinaram os índios a preservar a floresta
Apesar de muitos líderes indígenas de hoje afirmarem que o "homem branco" destruiu a floresta enquanto eles tentavam protegê-la, esse discurso politicamente correto não nasceu com eles. Nasceu com os europeus logo nas primeiras décadas após a conquista. Os portugueses criaram leis ambientais para o território brasileiro já no século 16. As ordenações do rei Manuel I (1469-1521) proibiam o corte de árvores frutíferas em Portugal e em todas as colônias. No Brasil, essa lei protegeu centenas de espécies nativas. Em 1605, o Regimento do Pau-Brasil estabeleceu punições para os madeireiros que derrubassem mais árvores do que o previsto na licença. Conforme a quantidade de madeira cortada ilegalmente, o explorador poderia ser condenado à pena de morte.
João Goulart favorecia empreiteiras
A informação vem do próprio Samuel Wainer, no livro Minha Razão de Viver. De acordo com o jornalista, então diretor do Última Hora e um dos principais aliados do presidente, o esquema da época era aquele famoso tipo de corrupção que hoje motiva escândalos. "Quando se anunciava alguma obra pública, o que valia não era a concorrência - todas as concorrências vinham com cartas marcadas, funcionavam como mera fachada", escreveu Wainer. O que tinha valor era a combinação feita entre homens do governo e das empresas por trás das cortinas. "Naturalmente, as empresas beneficiadas retribuíam com generosas doações, sempre clandestinas, à boa vontade do governo."
Os guerrilheiros comunistas não lutavam por liberdade
De dezoito estatutos e documentos escritos por organizações de luta armada nos anos 1960 e 1970, catorze descrevem o objetivo de criar um sistema de partido único e erguer uma ditadura similar aos regimes comunistas que existiam na China e em Cuba. A Ação Popular, por exemplo, defendia com todas as letras "substituir a ditadura da burguesia pela ditadura do proletariado".
O que a esquerda brasileira não conta (1)
sábado, 24 de abril de 2010
Da Lama ao Kaos
Impossível não responder aos depoimentos deixados por Ricardo, Rodrigo e Fernanda, no meu texto "A Pedagogia Pilatus".
Rodrigo, fique feliz: também tenho que escrever um texto sobre Historiografia (da Grécia ao Iluminismo) para ensino da História em uma universidade estadual. Também estou sem tempo. Divido minha miséria com a tua, que bom! Não temos tempo e ainda assim escrevemos: é pela margem que se devora o rio. (Estou aguardando um longo texto seu! Se vira!)
Ricardo: teu depoimento é belíssimo. Tua escrita é ótima: que prazer tenho no mundo quando encontro pessoas que elaboram o mundo. A pedagogia é mesmo um campo de batalha, um trabalho de sísifo, uma guerra em que sempre se ganha e sempre se perde: um labirinto de Cnossos sem fio de Ariadne. Tua bravura muito, muito me lisonjeia.
Preciso pontuar questões que deixei um pouco no ar: não se trata de exigir alunos ideais e instituições ideais. "Sejamos realistas, desejemos o impossível", contudo, há que se complementar o clichê com um pouco do Hagakure samurai: "aceitar a vida tal qual ela se apresenta". E, tu sabes bem, não se trata de passividade, mas do anseio sincero de querermos mesmo construir uma educação livre e, por isso, começamos pela consciência efetiva sobre esse imenso panóptico histérico que se tornou o mercado da educação no Brasil. É de dentro que se transforma o real; a teimosia é a mãe de todas as virtudes. Assim, conheço a contingência dos alunos. Também trabalhei, dando aulas como professor eventual na escola pública quando fazia minha graduação em História. Sei que a carga de leitura sempre fica aquém do que desejamos: a dos alunos porque eles têm que trabalhar para se manter e, justiça seja feita, a dos professores também, porque temos que ter três ou quatro empregos para podermos comprar nossos livros, pagar nosso aluguel, etc. Tenho consciência das nossas contingências (de alunos e de professores), o que me assusta é, muitas vezes, a alienação do aluno frente ao seu processo pedagógico. O que me assusta não é uma suposta maldade ou má fé do aluno: o que me deixa transtornado é a suposição, por parte do estudante, de que o processo de aprendizado pode ser indolor, pode ser confortável ou confortante, pode ser tranquilamente saboroso. Eu me pergunto: "O que os ensinos fundamental e médio fizeram com esses meninos e meninas, que eles começaram a acreditar que existe conquista sem sofrimento?" Ou ainda: "De onde eles tiraram a idéia que minhas explicações, minhas aulas, podem substituir um processo de aprendizado, de reflexão e de leitura que só eles próprios podem percorrer?"
Essas perguntas me assustam porque revelam certa idiossincrasia muito perversa de nossa educação: o diretivismo do professor em sala de aula, o mito do Showman-teacher dos cursinhos, a lenda do professor palmatória (bate, mas educa) de nosso passado de senzalas à kubitscheks, ainda teimosamente persiste! Ainda se confunde seriedade com sisudez, ainda se confunde ensino com aprendizagem, ainda se acredita no professor-divindade, como um deus Moloch capaz de dar a vida e distribuir a morte. Acredita-se que cabe ao professor a responsabilidade única, o monopólio pelo aprendizado. Desde o ensino fundamental, professores e professoras reclamam da inabilidade dos alunos para com o estudo, mas eu pergunto: "Quando os professores fizeram da sala de aula um lugar de estudo, de reflexão?" Eu sempre escuto aquele papo furado: "Meu professor de cursinho é que era ótimo.... Ele falava e a gente entendia tudo". Pois é: para nossa sociedade, entender e apender é a mesma coisa. Eu sinto estes problemas quando estou em sala de aula na Universidade: meus alunos têm medo de perguntar! Meus alunos têm medo da dúvida! Meus alunos desconfiam de si mesmos e acreditam que aprender é tentar repetir, liturgicamente, o que eu disse em sala. O que me assusta não é a dificuldade do estudo no modo de produção capitalista (essa eu conheço bem), o que me assusta é o que nossa sociedade fez com a educação que matou toda a capacidade criativa o aluno, toda a sua liberdade (e responsabilidade) para com o saber. Tranformou pessoas em corpos dóceis, futuros intelectuais em pussycats, bruxos em broxas, etc.
Não se trata de defender que o aluno deva aprender sozinho e que o profesor não tenha responsabilidade no processo (isso seria ridículo). O que me assusta é que o Brasil ainda não acordou para um fato, para mim, óbvio: a sala de aula é um lugar de poder, e as dificuldades pedagógicas que encontro devem-se ao fato de o aluno desejar o conhecimento pronto, mastigado, porque desejam um ditador. A aula de cursinho se tornou paradigma de ensino no Brasil: veja que temos apostilas até para ensino fundamental 1! Aula de apostila é autoritária. Professor de cursinho é ditador, por que dita. E todos se acostumaram ao conhecimento como leis a serem ditadas e não conceitos a serem refletidos e compreendidos no/pelo grupo em sala de aula.
É curioso: ou o Brasil não se tocou que educação é o mais pleno exercício político de cidadania (muito antes do "vota Brasil") ou se tocou sim, e este é o comportamento político que o Brasil deseja: a docilização de mentes e de corpos.
Meu trabalho em sala de aula nas Universidades vem sendo de dois tipos: 1. Ensinar, propor, refletir sobre os conteúdos programáticos que apresento. 2. Deseducá-los frente às posturas pedagógicas que tiveram que engolir: devem tomar a aula para si, devem buscar a leitura e o conhecimento, devem fazer perguntas e refletir sobre nossas propostas, devem ouvir seus colegas e pensar com eles. Quanto a esta segunda parte é curioso: eles sempre esperam lousa, devoram cadernos, amedrontam-se de suas perguntas, desrespeitam as dúvidas dos colegas (inclusive porque eles mesmos às têm!)
Fernanda: você prova o contrário de tudo que acabei de falar. Você e muitos de meus alunos mostram que o aluno deve seguir o mestre para traí-lo, para superá-lo, e que o professor é um dos protagonistas do processo pedagógico (e não um ator em seu monólogo). E, veja, não se trata de classificar em "aluno bom ou aluno ruim", não penso por essa (i)lógica. Almejo diagnosticar quanto um modelo de educação castrou intelectualmente meus alunos. O que eu quero fazer com meus estudantes seria denominado pelas correntes tradicionais e tecnicistas de "deseducação" ou ainda "criação de maus alunos". Não pretendo postular a insolência, (isso não combina com o Budô). Muito pelo contrário: almejo cultivar a alegria, a irreverência e a liberdade intelectual.
Quando citei a frase de Adorno: "o intelectual não arruma cama" e isso pareceu aristocrático, vale ressaltar que, ao menos da maneira que eu vejo, não se trata de supor um intelectual tão bem servido de renda a ponto de poder contratar serviçais para os afazeres domésticos... Significa que o intelectual sacrifica a casa, a cama, a pia repleta de louça, e corre para os textos, para a escrita. Penso na educação como um mecanismo aristocrático de reflexão, o que não quer dizer que as pessoas devam ser aristocratas, mas devem sim, posicionar-se frente ao mundo de modo nobre, requintado, sutil e – por que não?– irônico.
Se prego essa marcialidade samurai que o Rica e a Fernanda aqui me denunciam (e prego mesmo!) não podemos nos esquecer: os samurais eram aristocratas.
Eis o desafio da educação: ser democrática e aristocrata, ser acessível sem ser popularesca, ser profunda sem alienar-se das contingências sociais e políticas. Baudelaire, em meados do XIX, já comentava sobre o paradoxo da condição aristocrática do poeta frente à velocidade do mundo burguês: se nossas auréolas chafurdarem na lama, todos poderão ser poetas?
Penso que não. Ser poeta no mundo contemporâneo (e estendo a reflexão à criatividade necessária ao estudioso) é ter a consciência de que as auréolas sempre chafurdam na lama... os tolos correm para surrupiá-las e, distraídos, saem enlameados. É o poeta que as atira à lama, só para se rir da tolice prosaica. Tira mais uma do bolso, coelho da cartola, senta-se num café, e, de um Haikai, contempla a Samsara.
Talvez estejamos no caminho certo. Rimos aristocraticamente de nossas contigências e desafiamos a mediocridade política neste blog. Eu precisava dos textos de vocês para reconhecer o caminho. Grande parte da vida a gente fica procurando o caminho. Um dia, recebidos os golpes certeiros, descobrimos que já o havíamos escolhido: só nos restava, vivendo, compreendermos nossas escolhas.
Domo Arigatô Gosaimashita.
Da Lama ao Kaos
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Noracebr: Resposta de Demóstenes à carta do Gaspari
Texto publicado originalmente no blog Contra a Racialização do Brasil de 12/04/2010, com o título "Resposta do Senador Demóstenes Torres à carta psicografada do Élio Gaspari". – Walter Dos Santos
Hoje, na Folha de São Paulo, o Senador Demóstenes Torres responde ao Elio Gaspari, em artigo intitulado "De Washington@edu para Gaspari@jor". Confiram:
TENDÊNCIAS/DEBATES
De Washington@edu para Gaspari@jor
DEMÓSTENES TORRES
Um negro rico tem mais direito a cota que um branco pobre? Ou o Brasil quer institucionalizar em 2010 o racismo americano de 1910?
ILUSTRE jornalista Elio Gaspari, Quem lhe responde é Booker T. Washington, ex-escravo. Faço-o porque li que o senhor, uma estrela da comunicação, sustenta pela segunda vez em artigos que o senador Demóstenes Torres tentou explicar a escravidão atribuindo-a aos negros. A teoria negacionista não é dele, que nem sequer a advoga. Nem os alunos de Madame Natasha ou os colegas de Eremildo interpretariam assim os discursos, entrevistas e textos de Demóstenes. O combate do senador é pela educação, que começa na escola em tempo integral e permeia as demais fases do ensino, para que não se necessite de cotas, nem as raciais, que ele considera racistas, nem as sociais, que defende por beneficiarem os pobres de qualquer cor. Esse item, educação, nos aproxima. Vou lhe contar meu caso.
Passei da servidão a reitor de universidade não por
Noracebr: Resposta de Demóstenes à carta do Gaspari
quarta-feira, 7 de abril de 2010
As universidades de Lula em SP
Texto publicado originalmente na coluna de Augusto Nunes de 21/02/2010, com o título "Não parece. Mas Lula garante que há uma universidade nesta foto" – Walter Dos Santos“E pasmem para uma coisa que é importante”, gabou-se Lula de novo. “Eu, torneiro mecânico, já sou o presidente da República que mais fez universidades neste país”. Jura que construiu 13. Para chegar a esse número, inclui, por exemplo, o campus de São Bernardo do Campo da Universidade Federal do ABC, inaugurado em 25 de agosto de 2009. A imagem que ilustra este post registra o momento da inauguração. Não parece, mas Lula garante que há uma universidade na fotografia.
No dia da festa, o maior governante desde Tomé de Sousa irrompeu no berço político ao lado da primeira-dama e escoltado pela procissão de ministros. Na discurseira para a plateia reunida num auditório, contou que construíra aquele templo do conhecimento por temer a ciumeira de Marisa Letícia, que exigiu para a cidade natal uma universidade igualzinha à de Garanhuns. Atribuiu o ligeiro atraso das obras ao Tribunal de Contas da União. Avisou que o campus começaria com 500 alunos, chegaria a 15 mil até o fim do governo e logo se tornaria mundialmente conhecido como um viveiro de gênios da engenharia.
Encerrada a discurseira, foi visitar a maravilha — sem plateias por perto. A foto congela o instante histórico. Aplaudido pela companheira primeira-dama, pelo companheiro prefeito Luiz Marinho e pelo companheiro vice-prefeito Frank Aguiar, o Primeiro Companheiro não descerra nenhuma placa. Apenas movimenta uma pá. Como o monumento ao saber só existia no palavrório de palanque, o JK de chanchada inaugurou uma pedra fundamental. E deu por inaugurada outra universidade federal.
As universidades de Lula em SP
segunda-feira, 5 de abril de 2010
A Pedagogia Pilatus
A Pedagogia Pilatus
UFRB e Veja: o mar virou sertão
UFRB e Veja: o mar virou sertão
